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Da ignorância ou da desatenção,
do desafio ou das facilidades licenciosas nascem o erro moral
e suas tumultuadas conseqüências. Diariamente nos defrontamos
com situações que podem sugerir atitudes incompatíveis com
nosso nível evolutivo, se nos subordinarmos a vaidade ou ao
orgulho. Ir ou não ir, fazer ou não fazer, falar ou não,
definem decisões que devemos tomar com cautela, não esquecendo
as recomendações dos mais experientes ou aquelas que ressoam
em nossa consciência. Aconselhar implica em conhecer o tema
consultado porque, o famoso Eu acho... não tem qualquer
significado quando exposto com superficialidade social. Não se
pode, todavia, permitir a inércia ou a omissão quando a força
dos fatos nos solicita participação. Se já não somos guris, a
quem cabe sempre obediência aos responsáveis, façamos de nosso
procedimento, em pequenas ou grandes questões, algo que seja
digno de ser lembrado com a satisfação do dever cumprido, com
responsabilidade e paz! |