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A maioria das igrejas atuais
distanciou-se dos ideais originais, retornando ao
comportamento de obediência a rituais externos e a práticas
religiosas mecânicas que Jesus havia duramente criticado nos
fariseus e levitas. em seus sacerdotes e pastores. Podemos
identificar três áreas: os dogmas, a conceituação do homem
como pecador e de Deus como justiceiro e finalmente, as
práticas espirituais do culto externo.Os dogmas de fé sempre
se constituíram em obstáculos para o crescente segmento
pensante da cristandade, o domínio da Igreja de Roma era total
e absolto. Porém, neste último século, com os grandes avanços
na educação das massas e a liberdade de pensamento exercida
sem as antigas inibições religiosas, o conflito entre dogma
sobre seus fiéis, onde o medo era geralmente suficiente para
manter os fiéis e a razão vem levando um número crescente de
cristãos a assumir uma posição de coerência com seus
sentimentos mais íntimos. O conceito de Deus justiceiro
apresentado pelo Antigo Testamento, que foi encampado pela
ortodoxia cristã. Conceber Deus como um Ser sujeito a ataques
de fúria que precisam ser aplacados por diversas formas de
sacrifícios e holocaustos fere a consciência daqueles que a
máxima heresia nesse sentido é a proposição de que o Filho de
Deus foi oferecido em sacrifício para propiciar o perdão de
Deus pelos pecados dos homens, conhecida como doutrina da
expiação vicária. Muitos dos cristãos da Igreja Romana mostram
finalmente seu descontentamento com as práticas espirituais
tradicionais!A missa, o terço, as romaria e a eucaristia e
outras práticas disponíveis aos leigos contrastam com as
práticas de outras tradições do culto e da liturgia externa
dos primitivos nazarenos!
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