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Deus, em nosso
estágio de entendimento, tem a grandeza que a nossa
inferioridade permite ver. Nós O olhamos com os olhos de
catarata. À proporção em que nossa ciência e sabedoria atuarem
como bisturi da ignorância que nos torna cegos, nosso
cristalino terá menos opacidade, permitindo que os raios de
luz da verdade, em sucessivas raspagens reencarnatórias nos
permita vê-Lo, como sentenciou o Espírito de Verdade.Claro
está que jamais O veremos circunscrito a um local específico,
nem conseguiremos descrevê-Lo em dimensões e formas. Nós O
entenderemos relativamente e com Ele nos identificaremos em
essência e destinação.Dizem alguns tolos cujo orgulho lhes põe
cera aos ouvidos e venda nos olhos: Se Deus existe, prove-o!É
o segundo desafio. O da demonstrabilidade. Poderíamos
dizer-lhes o mesmo, utilizando de sua ótica retorcida. Se Ele
não existe, prove-o!No entanto, seria gastar tempo e energia,
fazendo-nos de mestres que não somos, quando para tais alunos
o mestre tem muitos nomes; frustração, vazio, desengano, dor,
e no final do curso, aceitação ! Da crença mais bizarra nos
Espíritos primitivos até a intelectualidade mesmo fria, Deus é
a razão, lei, Criador do Universo.Quando em vez alguém tenta
negar a existência do ser supremo ou deixá-lo ausente das
construções universais. : Que é Deus? Inteligência suprema,
causa primeira de todas as coisas! deixa claro que as portas
do céu estão abertas para quem as queira conquistar através da
caridade.Todas as equações e fórmulas científicas do nosso
mundículo atestam a existência de Deus. Igualmente,
vasculhando o mundo íntimo, repositório de dores e conquistas,
encontramos a ação de Deus em cada segundo vivido. Imersos
estamos em Deus, mas nem todos partilham de igual visão.
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