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Na maioria dos centros
espíritas, erroneamente, ainda estimula-se a sugestão para os
adeptos “desenvolverem” a sua mediunidade. Convém lembrarmos
que mediunidade é uma aptidão que “não se desenvolve”. Podemos
disciplinar, educar e instruir o médium, para que ele
favoreça, sem obstáculo ou rejeição, a eclosão do fenômeno. A
comunicação mediúnica se dá de perispírito para perispírito.entretanto
observamos que as sensações registradas no corpo físico
diferem de médium para médium (inclusive entre médiuns com a
mesma faculdade). Assim como não existirá nunca uma pessoa
igual a outra, também nunca teremos dois médiuns absolutamente
idênticos.A mediunidade é um fenômeno de natureza orgânica, se
não fosse assim os desencarnados não precisariam do organismo
dos médiuns para se manifestarem.Esses fenômenos podem ocorrer
durante crises de pânico, em situações de stress, em crises
emocionais ou comportamentos histéricos diversos. Podem também
ser induzidas por atuação de um hipnotizador. Sonambulismo não
é a mesma coisa que mediunidade embora possa se relacionar com
os chamados processos de “emancipação” do espírito. Da mesma
maneira que a física já revelou que é muito sutil a fronteira
que separa a matéria, ao nível sub-atômico, da energia que a
consolida em se tratando da transição entre o corpo físico e o
corpo espiritual, a fronteira que separa ambos é também
imperceptível em seus limites, por se tratar de uma transição
a nível puramente energético.
por completo..O médium, com suas percepções visuais ou
auditivas, em nenhum momento vai referir idéias persecutórias
ou dissociações com a realidade. O bom senso vai revelar a
lucidez do médium é o maior ou menor significado da mensagem
que ouve ou observa! |