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Assumir compromissos de
paternidade e maternidade é, sem dúvida, um engrandecimento do
espírito, desde que o homem e mulher entendam o caráter divino
dessa tarefa. Deixando de lado a esfera das vaidades pessoais,
a fantasia do porvir e a “mesmice” do excesso de ternura, os
pais cedo devem convencer-se que, em tudo que fizerem, estarão
moldando um corpo e uma consciência para uma pessoa que, ao
sair da infância deixara transparecer um espírito com muita
bagagem racional adquirida nas vidas anteriores. Todos
renascem para melhorar, sendo portanto muito complexo, a
execução do Alicerce Vivencial. Os filhos, em verdade, são do
Senhor Deus que á nós os confia, delegando obrigações de
extrema responsabilidade. Os animais dos mais variados
segmentos, tem seus filhotes e deles cuidam com o instinto que
lhes é próprio. Todavia, entre os verdadeiramente racionais
sempre irá prevalecer o Arbítrio, ou poder de escolha cujas
diretrizes de amor foram, há muito tempo, definidas. Não só as
questões comuns relacionadas a saúde, educação e bem estar,
devem constituir o “dia a dia” dos zeladores da geração que
retorna. Não é somente a boca e as mãos dos pais que moldam e
fortalecem, um ser tão querido. Faz-se necessário uma
releitura dos conhecimentos religiosos e fraternos de cada um,
para que as doações de sangue, de vida, de trabalho e de
“atenções”, não sejam superiores aos fluidos invisíveis do
coração e da razão que conhecem o “porque” do futuro dessa
pequenina e renascida.... |