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João (o “Batista”) costumava
dizer aos fariseus que ocasionalmente o visitavam, as margens
do Rio Jordão, que cada árvore, por maior que fosse, tinha
encostado ao seu tronco um machado! Chamando-os de “filhotes
de cobras” perguntava ainda quem os tinha aconselhado a buscar
ali refúgio para o castigo que estava chegando! Referia-se, “O
precursor”, obviamente, ao Mestre Jesus, que iria mostrar e
dar testemunhos da verdade que eles desconheciam! Pois veio o
“Príncipe da Paz”! Peregrinando ensinou, ajudou e,
principalmente, demonstrou com seu próprio sacrifício o que
era fazer a vontade de Deus! O mandamento maior, divulgado
muito antes por Moisés nas letras de fogo do “Amai a Deus
sobre Todas as Coisas”, mantinha-se arquivado no templo,
dentro dos rolos das Escrituras! Isto há 2000 anos! Teria sido
fraca a “aula do Mestre”? Talvez alguns gostariam que Ele
voltasse, para novamente servir de pasto a ignorância e a
incredulidade? Todavia aquele Cristo não voltará, porque
deixou na alma e no coração dos seres vivos ou “mortos” a
semente da caridade e da renúncia pelo Amor, para que, em
tempo, ela brote na inteligência de todos ...
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