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A ciência espírita da atualidade
já era bem conhecida dos egípcios há 5000 anos! A comunicação
com os mortos, sua morada, a pluralidade das vidas e dos
mundos, eram, naquele tempo, questões comuns, populares e
esclarecidas. Vários desenhos e pinturas murais mostram nos
monumentos, o homem aparece sempre acompanhado do seu duplo
espiritual (perispirito)! Seus papiros, hoje nos laboratórios
dos museus, demonstraram aos egiptólogos, que os iniciados
sabiam da existência do espírito preexistente, que organiza a
forma física a cada nova encarnação! Seus conhecimentos a
respeito da captação da energia solar e sua aplicação ao
magnetismo humano e a levitação material, eram muito
superiores aos hoje conhecidos e praticados.Dessa tecnologia
ancestral nasceram fantásticas descobertas químicas e
farmacêuticas (analgésicos e anestésicos), processos de
mumificação, e a fantástica técnica de construção da grande
pirâmide (Quéops), cujas fórmulas se perderam no ceticismo das
vaidosas culturas posteriores! A desencarnação dos iniciados
provocava uma concentração mental comunitária, preenchendo as
câmaras mortuárias de um altíssimo respeito e de uma energia
muito especial. Esse sentimento não se traduzia apenas, nas
liturgias solenes das mumificações. Também o ambiente das
criptas era impregnado por um fantástico e fatal magnetismo,
mais tarde comprovado! Os Faraós, Sacerdotes de Set, e outros
dirigentes políticos e cientistas faziam jus a semelhantes
praticas e consagrações, pois alicerces do espiritismo atual,
os espíritos dessa mônada ou civilização extra terrestre
concluíram seu exílio e estagio nesse nosso planeta
retornando, por volta do ano 1000 AC, ao seu sistema
planetário de origem junto, a constelação de Cabra ou Capela!
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