|
Tudo na natureza manifesta-se
ciclicamente. As ocorrências seguem um modelo oscilante, no
qual se observa um início, um apogeu e outro declínio,
repetindo-se indefinidamente, como a alternância dos dias e
das noites ou das estações do ano. Nosso espírito, também se
enquadra nesse esquema cíclico, quando de suas reencarnações.
Antes do nascimento de um indivíduo, seu espírito já existe,
respondendo pelo seu psiquismo, determinando o seu futuro
caráter e orientando processos biológicos do seu
desenvolvimento fisiológico. Esclarece que, à semelhança dos
acontecimentos alternativos da natureza, este espírito
preexistente descreve uma trajetória parabólica, atingindo um
apogeu e voltando ao ponto zero — à Unicidade... [Eu e o Pai
somos um!]— para, mais tarde, repetir novamente esse mesmo
ciclo. Isso é o espírito em atividade ascensional através das
vidas sucessivas. Ficam assim explicadas as diferenças de
inteligência, de comportamento, de tendências e mesmo as
fisiológicas, observadas entre cada individuo. A Justiça
Divina e a evolução dos seres vivos encontram explicação no
processo reencarnatório, tendo em vista as experiências
biológicas, acumuladas nas vidas sucessivas. A memória do
passado è aproveitada no presente e a do presente no futuro. A
ciência não tornou o homem mais feliz! Portanto é de
esperar-se, que o amor sobreviva e que continuemos juntos
daqueles a quem amamos, em inúmeras experiências existenciais.
Nossa grandeza e nosso tempo individuais, comparados com o
tamanho e a duração do Universo, são tão insignificantes, que
fazem lembrar a pequenes e a perecibilade das subpartículas
atômicas, quando as comparamos com nós próprios. A
reencarnação è a resposta a todas as indagações que formulamos
e a perspectiva de progresso que devemos esperar! |