Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele
começou a acariciar minha coxa.
Juiz: A senhora o deteve?
Velhinha: Não.
Juiz: Porque não?
Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia
feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30
anos.
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo
detido, ele começou a acariciar meus seios.
Juiz: A senhora o deteve então?
Velhinha: Mas claro que não, doutor...
Juiz: Por que não?
Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir
viva e excitada. Não me sentia assim há anos!
Juiz: O que aconteceu depois?
Velhinha: Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de
verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um
jovem ávido por amor? Estávamos a sós, e abrindo as
pernas suavemente, disse-lhe: Me possua, rapaz!
Juiz: E ele a possuiu?
Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de
abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll!
Foi aí que eu dei um tiro no filho da puta!!!